quarta-feira, 30 de março de 2016

Bolo de chocolate - Receita diet e tradicional

Compare a receita original com a versão diet e veja que , apreciando com moderação , é possível fazer uma dieta sem abrir mão de algumas delícias da vida !




Bolo de chocolate diet



 bolo de chocolate lightMassa:

3 ovos
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 xícara de chá de adoçante culinário
1 xícara de chá de óleo
1 colher de sopa de fermento em pó
1 xícara de achocolatado diet
3/4 xícara de chá de água morna
Preparo: colocar todos os ingredientes secos e misturar bem. Acrescentar o óleo, os ovos, a água morna e misturar bem. Levar ao forno frio, em forma untada

Cobertura:

½ xícara de chá de leite desnatado
1 xícara de chá de achocolatado diet
1 colher de sobremesa de margarina light
Preparo: levar todos os ingredientes ao fogo e deixar engrossar. Despejar sobre o bolo pronto, mas ainda quente.

Rendimento: 12 porções

Kcal/porção: 182 kcal

Carboidratos/porção: 26g

Proteínas/porção: 4g

Gorduras/porção: 7g

Publicada em agosto/2007

Atualizada em setembro/2009




Bolo de Chocolate Tradicional


bolo de chocolate lightMassa:

100 gramas de margarina
2 gemas
1 ½ xícara de chá de açúcar
6 colheres de sopa (cheia) ou 100g de chocolate em pó
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1 xícara de chá de leite
1 colher de sopa de fermento em pó
2 claras em neve
Calda:

2 xícaras de chá de água
1 xícara de chá de açúcar
3 colheres de sopa (cheia) de chocolate em pó
Preparo: bata as gemas, a margarina e o açúcar; junte o chocolate e a farinha de trigo e o leite, alternadamente. Em seguida, acrescente o fermento e as claras em neve. Coloque em forma untada e reserve. Faça a calda; coloque em uma panela os ingredientes da calda e leve para ferver. Despeje sobre o bolo depois de pronto.

Rendimento: 12 porções

Kcal/porção: 332 kcal

Carboidratos/porção: 63g

Proteínas/porção: 3g

Gorduras/porção: 7g


Fonte da receita: http://www.einstein.br/einstein-saude

domingo, 27 de março de 2016

O mito dos alimentos diet no auxílio à perda de peso

Nem sempre basta ser diet para que um alimento auxilie na perda de peso . Há outros fatores a serem observados .


Resultado de imagem para diet e lightAlimento DIET é aquele formulado para atender dietas com necessidades especiais e que exijam restrição de algum nutriente, como açúcar, gordura, carboidrato, sódio, glúten, entre outros. Para um produto ser considerado DIET , deve ser retirado 100% de pelo menos um dos ingredientes presentes na composição de um produto convencional.
Eles chamados também de produtos ZERO ; zero açúcar , zero sódio , zero gordura e etc. .

No entanto , há de se atentar para o fato de que a eliminação de determinado nutriente num produto , pode acarretar no aumento de um ou outros nutrientes , podendo , assim , causar prejuízos à outras áreas do organismo .

O chocolate é um bom exemplo de como a exclusão de um nutriente pode ser bem negativa . Em sua forma convencional , os principais ingredientes do chocolate são açúcares e gorduras , já no chocolate diet , o açúcar é retirado, deixando a gordura como ingrediente principal e aumentando as calorias do produto . Considerando que gorduras têm mais calorias que os açúcares , fica fácil perceber que o fato do produto ser diet não o torna menos calóricos nem mais saudável .

 diet e lightVale observar , também , que mesmo quando há redução de calorias , como há nos alimentos light , ele tende a ser mais leve e de sabor mais suave , assim , a mente e o organismo costumam buscar por uma quantidade maior desse alimento , podendo levar à uma ingestão igual ou maior que a do produto convencional .
Assim , se o objetivo é a perda de peso , de nada será válido eliminar um nutriente ou reduzir calorias , se for para compensar a perda com uma ingestão de impacto semelhante ou aumentado .
Os alimentos ricos em fibras integrais são os mais indicados para a saciedade e bom funcionamento intestinal .

O importante é considerar as necessidades específicas do consumidor e avaliar atentamente o custo e benefício do que se consume, pois , nem tudo é válido para todos . Contando sempre com a orientação de um profissional de saúde .

Fontes da pesquisa:
anutricionista.com
www.einstein.br

Veja também:

PRODUTO DIET , LIGHT E ZERO - COMO DIFERENCIÁ-LOS

Diferenças entre os alimentos diet , light e zero 


 diet light e zero
Não são poucos os consumidores que ficam em dúvida da escolha entre o diet e o light , sobre qual é o mais indicado à sua dieta .

Ao contrário do que alguns pensam , não é a redução ou a retirada de açúcares que torna um alimento diet , assim como também não é a redução ou a retirada de gorduras que o torna light .
Segundo o Regulamento do Ministério de Saúde, é o percentual de redução de algum nutriente ou de calorias apresentada pelo alimento que o torna light , e a retirada de algum nutriente é o que o torna diet . Não importando , em ambos os casos , que esse nutriente seja gordura , açúcares , sódio ou outros .

Podemos separar o DIET , LIGHT e ZERO da seguinte forma:

ALIMENTOS DIET

 diet light e zeroDiet são os alimentos que , normalmente , têm 100% de um determinado nutriente eliminado de sua composição .
São alimentos adequados para utilização em dietas diferenciadas ou opcionais .
Alimentos produzidos sem adição de açúcar , sódio , gorduras , entre outros , são considerados diet .
Assim , diabéticos , hipertensos , pessoas com altas taxas de colesterol , por exemplo , podem consumi-los sem prejuízos a tais enfermidades .

ALIMENTOS LIGHT

Light são alimentos cujo valor energético (calorias) ou conteúdo de algum nutriente (açúcares, gorduras, sódio, etc.) é baixo ou reduzido em pelo menos 25% quando comparado ao produto em sua apresentação normal.
O sal com menor teor de sódio e os adoçantes com menor teor de açúcar , assim como os alimentos produzidos com redução de carboidratos , açúcares , gorduras , sódio ou algum outro nutriente , também são considerados alimentos light .  
Esses alimentos não são recomendados para os que possuem restrições alimentares , apenas para quem pretende reduzir calorias .


ALIMENTOS ZERO

ZERO são os alimentos que , assim como os diet , têm um de seus nutrientes eliminados na sua produção .


Considerações importantes sobre alimentos light e diet

 diet light e zeroO alimento DIET ou Light , nem sempre tem menos calorias que o produto convencional .
Alguns desses alimentos podem ser até mais calóricos que os convencionais , isso depende dos nutrientes restringidos e se houve acréscimo de outro ou outros nutrientes ao produto.
Geralmente , um alimento produzido sem açúcares , por exemplo , pode ser acrescido de mais gorduras , tornando-o , assim , tão ou mais calórico que sua forma convencional .
Portanto compare a tabela nutricional dos produtos para saber a composição e a quantidade dos ingredientes presentes nos mesmos.
Vale ressaltar que na tabela de ingredientes de um produto , os primeiros nutrientes a surgir , são os que se encontram em maior quantidade naquele alimento . Assim fica fácil verificar se estaremos consumindo alimentos à base de gorduras ou açúcares .  

terça-feira, 22 de março de 2016

Inibidores ou moderadores de apetite - Como funcionam - Indicações e contra-indicações dos medicamentos

Moderadores de apetite ou inibidores de apetite - Indicações e contra-indicações dos medicamentos  


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Anorexígenos ou moderadores de apetite são medicamentos à base de anfetamina, com a finalidade de induzir a falta de apetite, ou seja, são os tão solicitados remédios para emagrecer. Esses remédios podem causar efeitos colaterais como: humor instável, dor de cabeça, depressão nervosa, irritabilidade, dentre outros. Tais efeitos dependem do tempo de uso e do organismo de quem usa.

Muitos nutricionistas e psicólogos são contra o uso de anorexígenos, em virtude da possível dependência por eles causada. Para esses profissionais, o ideal é que se faça uma reeducação alimentar acompanhada de exercícios físicos, tudo seguindo orientações médicas, claro.

A função dos anorexígenos é inibir a fome, dessa forma, a substância química envia uma mensagem para o cérebro “dizendo” que o organismo está saciado; o cérebro, por sua vez, envia uma mensagem de saciedade para o corpo. Na falta de uma alimentação adequada, o organismo passa a utilizar a energia (calorias) existente no corpo.
Geralmente, os moderadores de apetite, trazem, além da anfetamina, que é um estimulante, um outro composto químico para reduzir a ansiedade.



Resultado de imagem para inibidores de apetiteAlém dos possíveis efeitos colaterais e da dependência, os anorexígenos produzem uma temporária perda de peso, pois logo que o organismo se acostuma com o remédio, começa a não responder aos impulsos do mesmo. Com isso, a fome se torna maior, o organismo passa a reter as calorias e acontece o chamado “efeito sanfona”. Muitas pessoas não só recuperam o peso, como adquirem mais gordura do que antes.

O profissional de nutrição avalia o quadro clínico do paciente e assim programa sua dieta enquanto o médico avalia o paciente indicando o melhor tipo de exercício físico a ser praticado.

Com a reeducação alimentar e atividade física, o organismo readquire equilíbrio, pois a reeducação alimentar visa dar ao organismo os nutrientes necessários para seu bom funcionamento, enquanto as atividades físicas auxiliam no processo de eliminação das calorias e no bom condicionamento do corpo

Fonte : brasilescola.uol.com.br

sábado, 19 de março de 2016

Fatores históricos da obesidade

A obesidade ao longo da história



Os gregos foram a primeira civilização a reconhecer a obesidade enquanto transtorno de saúde . Hipócrates escreveu que "a corpulência não só é uma doença, como é o prenúncio de outras". O cirurgião indiano Sushruta (século VI a.C. associou a obesidade à diabetes e às doenças cardiovasculares , recomendando a cura através de exercício físico.

Ao longo de grande parte da História, a humanidade lutou continuamente contra a escassez de alimentos . Eis a razão pela qual a obesidade foi considerada em vários períodos um sinal de prosperidade e riqueza .

A obesidade foi particularmente comum entre as elites europeias durante a Idade Média e o Renascimento e nas civilizações do oriente asiático . Durante a revolução industrial constatou-se que o poder econômico e militar dos países está intimamente relacionado com a força e o tamanho do corpo dos seus trabalhadores e soldados.
O crescimento do IMC médio entre a população, desde o que hoje se considera um peso inferior ao normal até ao que agora se considera peso normal, contribuiu de forma significativa para o desenvolvimento das sociedades industrializadas.
Ao longo de todo o século XIX, a média de altura e de peso entre a população do mundo ocidental aumentou de forma significativa.
No século XX, à medida que a população ia atingindo o seu potencial genético em termos de altura, o peso começou a aumentar de forma superior à altura, tendo como consequência o aumento da prevalência de obesidade .
No pós-guerra, o aumento de prosperidade nos países desenvolvidos fez com que a taxa de mortalidade infantil diminuísse. No entanto, à medida que o índice de massa corporal aumentou, as doenças renais e cardiovasculares foram-se tornando cada vez mais comuns .

Na cultura ocidental contemporânea, o excesso de peso é muitas vezes visto como pouco atrativo e a obesidade está associada a diversos estereótipos negativos. Em qualquer idade, as pessoas obesas enfrentam estigma social e podem ser alvo de bullying, preconceito e discriminação. No entanto, em diversas regiões africanas a obesidade ainda é vista como sinal de riqueza e bem-estar .

O tratamento da obesidade

O tratamento da obesidade 

O tratamento da obesidade baseia-se na dieta e no exercício físico.

A qualidade da dieta pode ser melhorada reduzindo o consumo de alimentos ricos em energia, tais como os que têm grande quantidade de gordura e açúcar, e aumentando a ingestão de fibra dietética. Pode também ser administrada medicação anti-obesidade para reduzir o apetite ou diminuir a absorção de gordura, quando utilizada em conjunto com uma dieta adequada. Quando a dieta, o exercício e a medicação não demonstram ser eficazes, pode ser considerada a aplicação de uma banda gástrica ou uma cirurgia bariátrica para reduzir o volume do estômago ou o comprimento do intestino, o que faz com que a pessoa se sinta cheia mais cedo e que que haja menor capacidade de absorção de nutrientes dos alimentos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) antevê que a preocupação com o sobrepeso e a obesidade possa em breve sobrepôr-se a outras preocupações de saúde pública, como a subnutrição ou as doenças infecciosas, enquanto principal causa de problemas de saúde. A obesidade representa um problema de saúde pública devido à sua prevalência, custos e efeitos na saúde . As medidas de saúde pública procuram compreender e corrigir os fatores ambientais responsáveis pela prevalência cada vez maior de obesidade na população.
As soluções apontadas procuram alterar os factores que provocam o consumo excessivo de energia e que inibem a atividade física, como por exemplo implementar refeições saudáveis nas escolas, restringir a publicidade fast food dirigida a crianças, e diminuir o acesso a bebidas açucaradas na escolas . A nível do planeamento urbano têm sido realizados esforços no sentido de aumentar o acesso a parques e criar espaços pedestres.

Doenças causadas pela obesidade

A obesidade como causa de doenças 


A obesidade é uma das principais causas de morte evitáveis em todo o mundo, com taxas de prevalência cada vez maiores em adultos e em crianças. É considerada pelas autoridades um dos mais graves problemas de saúde pública do século XXI. Em grande parte do mundo contemporâneo, particularmente na sociedade ocidental, a obesidade é alvo de estigma social .

A obesidade aumenta a probabilidade da ocorrência de várias doenças, em particular de doenças cardiovasculares, diabetes do tipo 2 , apneia de sono, alguns tipos de cancro e osteoartrite.


Em consequência destes factores, determina-se que a obesidade contribui para a diminuição da esperança de vida.

Mortalidade
A obesidade é uma das principais causas de morte evitáveis em todo o mundo. Em cada ano, morrem 3,4 milhões de adultos em consequência da obesidade ou do sobrepeso. A doença está também na origem de 44% dos casos de diabetes, 23% dos casos de doença arterial coronariana e entre 7 e 41% de determinados tipos de cancro.
Em média, a obesidade reduz a esperança de vida entre seis a sete anos.  Um IMC entre 30 e 35 kg/m2 reduz a esperança de vida entre dois e quatro anos,  enquanto que a obesidade grave (IMC > 40 kg/m2) reduz a esperança de vida em dez anos.

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